Brasil é o foco da WSL

WSL foca estratégia no Brasil

WSL foca estratégia no Brasil. Foto: WSL / WSL/Salem

A ascensão do surf no Brasil, comandada por talentosos surfistas (Brazilian Storm) na elite do surf mundial, chamou a atenção da WSL o suficiente para a entidade maior do surf mundial focar planos estratégicos pioneiros no Brasil e na América do Sul.

A Liga Mundial de Surf, WSL, vai aproveitar a onda promissora do Brazilian Storm no Brasil para iniciar um inédito planejamento para a América do Sul, como um modelo de gerenciamento de regiões. Se obtiver sucesso, o modelo criado no Brasil poderá ser utilizado no Havaí e na Europa, segundo a WSL.

Comissário do Circuito Mundial de Surfe (WCT), Renato Hickel disse que a organização mundial reconhece o grande potencial de crescimento da modalidade no Brasil e não irá desperdiçar essa oportunidade.

“Nós vemos o Brasil com os melhores olhos possíveis. A região da América do Sul é dominante, é a que mais recebe foco imediato dentro da WSL, haja visto o sucesso da etapa do Rio de Janeiro deste ano. Existem várias medidas e projetos de expansão, não só no Brasil, mas em todo o continente, como melhorar a entrega de serviços, conseguir trazer mais patrocinadores e expandir o tour de um modo geral na região”

O comissário ainda reforçou que o modelo de gestão da WSL que será utilizado no Brasil deverá, provavelmente, ser copiado em outras regiões

“Esse modelo de gerenciamento de região, que vai começar na América do Sul, com o Brasil puxando a carruagem, será copiado nas outras regiões, ou seja, o Brasil servirá de exemplo para o que depois faremos na Europa, Havaí e assim por diante”, completou.

Quando perguntado se essa expansão do tour representaria uma nova etapa da elite no Brasil, Hickel, negou e deu outros exemplos dentro da América do Sul como possíveis alvos de novas etapas para o WCT.

“Do WCT não. Todos nós sabemos que o grande problema do Brasil é a qualidade de onda, ou seja, não existe nenhuma especulação sobre colocar mais uma etapa da elite no país. O que pretendemos é ampliar as provas da divisão júnior e de acesso, bem como toda comunicação e divulgação. Se fossemos expandir na região, partiríamos para Chile ou Peru”, finalizou.

Fica a expectativa para um bom trabalho da WSL em fomentar o surf no Brasil e na América Latina.

Aloha!

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