Australiano Brent Symes é atacado por locais com tacos e garrafas em evento QS nas Filipinas

Australiano Brent Symes é atacado por locais com tacos e garrafas em evento QS nas Filipinas (Foto: Reprodução/DR)

O big rider (surfista de ondas grandes) Brent Symes foi agredido por locais durante o Siargao Cloud Nine Surfing Cup, evento válido QS 1500, na ilha de Siargao, a 800 km a sudeste de Manila, nas Filipinas.

O australiano alegou que estava no mar durante os trials do campeonato como um “espectador dentro d’água” e que pegou uma onda para “sair do caminho dos competidores”. No momento em que remava em direção à areia, Symes foi atacado com tacos e garrafas por cinco homens. Com medo de represálias, ele passou três dias no quarto até decidir voltar a competir. O big rider passou a contar com a proteção das autoridades locais.

Um dos locais renomados em Siargao, Dencio Dizon revelou outra história em uma entrevista à Surfing Life. Ele defende a versão de que o australiano teria ignorado o sinal que marcou o início da bateria e não saiu da água como os outros free surfers.

– Ele estava no line-up (área de competição) com os finalistas pegando ondas – reclamou Dizon.

Symes, no entanto, garante que teve a permissão para permanecer dentro do mar.

– Eu tive permissão garantida para ficar na água como um espectador durante a bateria final doa trials. Durante a bateria, eu vi uma hora que não estava no lugar certo e peguei uma onda para não ficar no caminho dos competidores – contou o australiano ao portal especializado “The Intertia” – Depois de ouvir alguma coisa no alto-falante, eu decidi ir para a areia. Quando estava voltando para a praia, fui atacado por pelo menos cinco locais com tacos e garrafas.

Mesmo em desvantagem, ele conseguiu se defender dos ataques e saiu do mar com segurança. A sua prancha, que acabou servindo de escudo, acabou ficando destruída. Symes sofreu cortes no pé e continua afirmando que não fez nada de errado. Ele conversou com outros locais após o incidente e garante que não sabia que a sua atitude de permanecer no mar teria ofendido os filipinos. Nesta segunda-feira, a Liga Mundial de Surfe (WSL) foi até o quarto do surfista e lhe ofereceu uma prancha reserva para competir. A entidade também ligou para a polícia para garantir a integridade física do atleta durante o QS e segurança para deixar a ilha após o evento.

Fonte: Globoesporte.com

Aloha!

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